
Mais uma vitória da demagogia. As minorias participativas fizeram tanto barulho, mas tanto barulho sobre um projeto que vai melhorar a qualidade de vida na cidade que os vereadores que aprovaram o projeto -- com receio dessa aprovação -- estão propondo um referendo que pode acontecer com as eleições de 2010.
Fogaça -- que gosta de ficar em cima do muro -- parece que está gostando da idéia.
E Porto Alegre continua perdendo tempo e resvalando pelas curvas do pensamento atrasado que algema o cérebro da mentalidade conservadora. Como é dificil ir além....
Pontal do Estaleiro deve ir a referendo
Proposta de vereadores busca alternativa a impasse sobre área
Com receio de um veto do Executivo ao projeto Pontal do Estaleiro, os 20 vereadores favoráveis às mudanças se anteciparam e sugeriram a convocação de um referendo popular em caso de rejeição do prefeito José Fogaça. A proposta foi entregue ao próprio prefeito ontem à tarde. Mesmo cauteloso, Fogaça mostrou-se favorável à consulta.A possibilidade de referendo ganhou espaço em reunião da Câmara de Vereadores na manhã de ontem. De acordo com o presidente da Casa, Sebastião Melo (PMDB), a consulta popular colocaria a decisão final acima dos poderes Legislativo e Executivo.–Se a matéria é polêmica, então vamos consultar a nossa população, que está acima de tudo. O que queremos é desobstruir essa matéria para iniciar a discussão de outras, como os projetos da dupla Gre-Nal para a Copa do Mundo de 2014 – afirmou Melo.Ao entregar o documento com a sugestão a Fogaça, Melo manifestou-se sobre a investigação instaurada pelo Ministério Público para apurar irregularidades no processo de votação do projeto. Na opinião dele, a discussão foi radicalizada e condenada de forma precoce.–Esta casa (a Câmara) não tem o direito de ficar sob suspeita. Estamos sem respirar, engasgados. Por isso, levamos tudo que podíamos para a análise da promotoria – afirmou.
Conheça o que muda na orla do Guaíba com asconstruções previstas no projeto do Pontal do Estaleiro
Apesar de manter em sigilo sua decisão sobre o projeto – ainda tem 17 dias para vetar ou sancionar –, Fogaça caracterizou a sugestão como um rumo adequado à discussão. Segundo ele, a partir da proposta dos vereadores, a matéria deixa de ser unicamente técnica e ganha espaço também no âmbito político.– Se há dúvidas, por que não recorrer a meios legítimos, assegurados pela nossa Constituição? Confesso que é uma proposta difícil de se recusar – disse.
Proposta de vereadores busca alternativa a impasse sobre área
Com receio de um veto do Executivo ao projeto Pontal do Estaleiro, os 20 vereadores favoráveis às mudanças se anteciparam e sugeriram a convocação de um referendo popular em caso de rejeição do prefeito José Fogaça. A proposta foi entregue ao próprio prefeito ontem à tarde. Mesmo cauteloso, Fogaça mostrou-se favorável à consulta.A possibilidade de referendo ganhou espaço em reunião da Câmara de Vereadores na manhã de ontem. De acordo com o presidente da Casa, Sebastião Melo (PMDB), a consulta popular colocaria a decisão final acima dos poderes Legislativo e Executivo.–Se a matéria é polêmica, então vamos consultar a nossa população, que está acima de tudo. O que queremos é desobstruir essa matéria para iniciar a discussão de outras, como os projetos da dupla Gre-Nal para a Copa do Mundo de 2014 – afirmou Melo.Ao entregar o documento com a sugestão a Fogaça, Melo manifestou-se sobre a investigação instaurada pelo Ministério Público para apurar irregularidades no processo de votação do projeto. Na opinião dele, a discussão foi radicalizada e condenada de forma precoce.–Esta casa (a Câmara) não tem o direito de ficar sob suspeita. Estamos sem respirar, engasgados. Por isso, levamos tudo que podíamos para a análise da promotoria – afirmou.
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Apesar de manter em sigilo sua decisão sobre o projeto – ainda tem 17 dias para vetar ou sancionar –, Fogaça caracterizou a sugestão como um rumo adequado à discussão. Segundo ele, a partir da proposta dos vereadores, a matéria deixa de ser unicamente técnica e ganha espaço também no âmbito político.– Se há dúvidas, por que não recorrer a meios legítimos, assegurados pela nossa Constituição? Confesso que é uma proposta difícil de se recusar – disse.
É uma pena. Vamos ver como a novela vai acabar.
ResponderExcluirA burrice não tem limites! Não podemos esperar que políticos ajam com inteligência, pois isto seria uma atividade cerebral. E, para isto, seria necessário um cérebro humano...
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