
Sem-terra durante desocupação de fazenda da Cutrale em Iaras(São Paulo) após decisão de reintegração de posse da Justiça.
"Levaram DVD, TV, rádio, roupas, calçados, inalador, ferro de passar roupa, o chuveiro e até as lâmpadas e as torneiras"
Silvana Fontes - cozinheira da sede da fazenda da Cutrale invadida pelo MST.
Terrorista é terrorista e tenho dito.
ResponderExcluirAlgo que não entendo: invadem tua propriedade armados com paus, pedras, foices, enchadas e alguma eventual arma de fogo, destroem o que querem e levam o que podem e, mesmo assim, não é caso de polícia, sendo necessário acionar a Justiça. Expliquem isso. E quem vai pagar pelo que foi furtado, destruído, ou pelo que deixou deixou de ser produzido? O MST nem ao menos existe legalmente.
ResponderExcluirAh, e para quem achava que o MST vivia apenas de captação clandestina de dinheiro do contribuinte se engana: furto também parece uma importante fonte de renda.
ResponderExcluirO MST só existe porque a desculpa para sua existência e seus abusos existe é real e enorme.
ResponderExcluirAcabar com a desculpa é obrigação de toda a sociedade organizada, tentar acabar com o MST e tapar a panela de pressão. Decide o que fazer quem tem poder para tal e cabeça para acertar!
A Grutela é tão bandida quanto ao M.S.T.
ResponderExcluirAs terras não pertencem a empresa, foi simplesmente INVADIDAS.
Invadir propriedade e auferir grandes lucros com a exploração comercial É CRIME.
Se gritar pegar ladrão, não vai sobrar nem M.S.T. nem a Grutale.