Diversidade, Liberdade e Inclusão Social
Foto: Obama, Cameron e Helle Thorning-Schmidt
quinta-feira, 17 de maio de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
É Bom Ver Nossa Extrema Esquerda se Aliando ao Collor
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| Na época o pessoal do PT adorava a Veja. Hoje detesta, por que será? |
Leio na Folha hoje:
Collor volta a atacar revista e cobra comparecimento de editor à CPI
Integrante da CPI do Cachoeira, o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) fez ontem no plenário do Senado ataques à revista "Veja" e ao empresário Roberto Civita, editor do Grupo Abril.
Ao citar o jornalista Policarpo Júnior, chefe da sucursal de "Veja" em Brasília, o senador disse que a publicação utilizou-se do empresário Carlinhos Cachoeira "para obter informações e lhe prestar favores de toda ordem".
Nas escutas legais da Operação Monte Carlo da PF, há diversas citações ao jornalista. Conversas diretas de Policarpo com o grupo de Cachoeira são duas. Segundo o delegado que conduziu a investigação, não há indícios de ligações que ultrapassem o contato entre jornalista e fonte.
Num ataque direto a Policarpo, o senador afirmou que "quando uma pessoa adere ao intento criminoso de outrem, torna-se coautor do crime".
E prosseguiu: "Desafio o chefe maior desse grupelho, o senhor Roberto Civita, a comparecer também à CPMI para falar da coabitação que, a seu mando, a revista de sua propriedade e alguns de seus jornalistas mantem com o crime organizado".
Procurada, a Editora Abril disse que não iria comentar.
Apesar das críticas, Collor disse ser um "defensor da liberdade de imprensa".
Hoje senador, ele deixou a Presidência da República em 1992 devido a acusações de corrupção que surgiram na imprensa e que foram apuradas por uma CPI.
Comissão da Verdade e Crimes de Guerrilha
É bom que o Brasil respeite a história e passe a obter informações mais precisas sobre as fases negras. É uma pena que os crimes cometidos pela ditadura do Estado Novo da época Vargas estejam fora das investigações da chamada "Comissão da Verdade".
Mas hoje a advogada Rosa Maria CArdoso da Cunha, procuradora da presidente Dilma durante a ditadura militar e uma das integrantes da Comissão disse algo completamente absurdo, segundo a Folha de hoje:

Ela disse que a lei que criou a comissão tinha por objetivo rever a conduta do Estado no período. A interpretação exclui atos da guerrilha.
"Pela lei, a comissão foi criada para trabalhar pensando nos problemas que o Estado brasileiro tem na sua constituição e na sua estrutura. O Estado está revendo sua conduta como Estado, dos seus agentes públicos", afirmou.
A lei que criou a comissão não delimita o alvo das apurações. Sua finalidade, diz o texto, é "examinar e esclarecer as graves violações de direitos humanos (...) a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional".
Na véspera, José Carlos Dias defendeu a investigação da repressão e da guerrilha. "Tudo isso vai ser analisado", afirmou o ex-ministro.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Sobre o Dia Das Mães
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| O sempre genial Angeli |
A falta de afeto na primeira infância gera efeitos complicados, como bem se sabe.Muitos brasileiros nascem em famílias completamente desestruturadas. O reflexo desse contexto na já precáraia educação brasileira é catastrófico. Por isso o Brasil precisa investir e investir muito em inclusão social para que situações ilustrada pelo Angeli (acima) seja página virada da nossa história.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Negócios ou Negociatas?
Então, a JBS/Friboi, que tem como sócio minoritário (30%) o BNDES -- e também o Lulinha e conta com Henrique Meirelles no Conselho de Administração da holding do grupo a J&F-- pretende comprar a Delta Construtora, envolvida nas fraudes dos tentáculos do Cachoeira.
E o negócio, ou negociata, não poderia ser melhor para a JBS, porque não vai desembolsar nenhuma graninha. Simplesmente vai incorporar a Delta Construtora a seu já vastíssimo patrimônio.
O governo Dilma já deu aval para o negócio.
Leio hoje na Folha: O empresário Júnior ou José Batista Júnior Delta, disse que ,
"Imagina que o doutor Henrique Meirelles [ex-presidente do Banco Central e presidente do Conselho de Administração da holding] vai fazer um negócio que o governo não quer! 99% da carteira da Delta é com governo federal, estadual, municipal. Como vai fazer um negócio desses?",
Pois é, imagino, se fosse na época de FHC o mundo cairia aos pedaços, mas como o governo é do PT.....
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Por Falar em Lulinha!
Está quase certo: a Delta Construção - que participa de 30% do consórcio que reforma o Maracanã e tem diversos contratos com o governo federal, relacionados aos PAC´s da vida -- cujos donos têm ligações super íntimas com Carilnhos Cachoeira e Demóstenes Torres está para ser vendida. Os motivos são óbvios.
E quem vai comprar? Ora, o grupo JBS/Friboi
E quem é um dos sócios da JBS/Friboi? Ora, caramba, o Lulinha!
Mas esse tipo de notícia não pode ser divulgada, porque isso se chama "golpismo".
Contra Fatos, Fotos e Fitas Não Há Argumentos
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| Por acaso, Zé Dirceu - que está cassado - não tem um gabinete num hotel 5 estrelas e não despacha com graúdos da República, como o presidente da Petrobrás? |
Fatos e fitas
BRASÍLIA - Se alguém está entendendo a aliança entre Fernando Collor e o PT para transformar a CPI do Cachoeira em CPI da imprensa, por favor, explique. "Se a mídia quer guerra, vai ter guerra", ameaça um senador petista, segundo o Painel. Afinal, quem quer guerra?
O impeachment de Collor foi por causa da imprensa, do PT ou dos dois? Será que ele não tinha culpa no cartório nem ficou isolado no Congresso e na sociedade?
O mensalão foi fruto da imaginação coletiva da imprensa? Ninguém estava comprando e vendendo votos no Congresso e nos partidos? E nunca houve "aloprados"?
Waldomiro Diniz, então braço direito do braço direito de Lula, José Dirceu, foi ou não foi filmado pedindo propina justamente para o agora famoso Carlinhos Cachoeira?
Antonio Palocci dividia ou não uma casa esquisitona com uma gente mais esquisitona ainda no bairro mais nobre de Brasília? Usou ou não o seu poder de governo para violentar o sigilo bancário de um caseiro?
Palocci multiplicou ou não o seu patrimônio muitas vezes no ano em que era coordenador da candidatura de Dilma? E comprou ou não um apartamento de quase R$ 7 milhões em São Paulo?
E a Erenice? E os ministros todos que ruíram como num castelo de cartas? Foi culpa da imprensa? Eles não fizeram nada de errado? Então por que Dilma acatou a demissão e ainda capitalizou a imagem da "faxina"?
Afinal, Collor e o PT estão guerreando contra que mídia, e por quê? A não ser que tentem descontar nos outros as próprias culpas. Vá saber.
Se jornalistas ganharam dinheiro, vantagens e favores de Cachoeira, que sejam investigados e punidos. Mas, se usaram fitas verdadeiras do esquema, por exemplo, mostrando Waldomiro com a boca na botija, apenas fizeram jornalismo.
Contra fatos -e fitas- não há argumentos. O resto é chiadeira, retaliação e guerra, com mensalão e morte de Celso Daniel em julgamento...
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Yedas e Policarpos
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| Cartaz da CUT na época do governo Yeda-PSDB-RS |
Essa história do suposto envolvimento de Policarpo Júnior, homem poderoso da Veja em Brasília, com o crime organizado de Carlinhos Cachoeira faz lembrar as denúncias envolvendo a ex governadora Yeda Crusius (PSDB-RS) com o escândalo de desvio de dinheiro do DETRAN. Os mesmos blogs que atiram pedra na Veja atiravam pedras na Yeda acusando-a de ser a chefe da quadrilha. Passados alguns anos, nada daquilo se verificou. Não houve nenhuma participação de Yeda com a quadrilha do DETRAN, porque as provas simplesmente não surgiram.
Ontem o delegado Raul Souza, responsável pela operação que determinou a prisão de Cachoeira e que ouviu todas as gravações dos envolvidos, em seu sigiloso depoimento no Congresso, questionado por - vejam só -- petistas e Fernando Collor (PTB-AL), afirmou que há várias conversas entre o empresário e o diretor da publicação em Brasília, Policarpo Júnior, mas que elas denotam apenas relação entre repórter e fonte.
A prova cabal contra Policarpo e a Veja ainda não surgiu, assim como nunca surgiu a inconteste prova contra Yeda Crusius.
Estão a dizer -- de forma genérica - que Veja inventa matérias apoiada em fontes do crime organizado. Veja até pode ter tido algum tipo de comportamento censurável na busca da fonte, mas o certo é que 6 ministros do governo Dilma caíram. Caíram por quê? Será que a nossa ilustre presidente foi tão descuidada assim de demitir inocentes por conta de denúncias da Veja. Será que Palocci não enriqueceu durante suas perambulações no poder? Será que tudo o que Veja diz é mentira?
É evidente que não. O que, então, está por trás disso? Ora, a proposta dos intolerantes que não sabem conviver com a crítica: o controle social da mídia. Querem calar a boca da Veja para que o governo - que certa esquerda simpatiza -- possa governar em paz.
terça-feira, 8 de maio de 2012
O Globo Falou e Tá Falado!
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| Não, Cachoeira e Policarpo não eram e nunca foram bons amigos. |
Aproveitando a onda, assisti uma matéria da Record do último domingo criticando a Veja. Onde chegamos, o Bispo Macedo dando aulas de moral ao Roberto Civita. Policarpo Júnior é citado algumas vezes nas conversas de Cachoeira, mas na conversa em que ele aparece não há nada incriminador. O jornalista vai atrás da notícia, não importa onde ela está. Dizer, como está se dizendo, que o crime organizado pauta a Veja é uma irresponsabilidade, porque não existe até agora nenhuma prova disso.
Editorial do Jornal O Globo hoje:
Blogs e veículos de imprensa chapa branca que atuam como linha auxiliar de setores radicais do PT desfecharam uma campanha organizada contra a revista “Veja”, na esteira do escândalo Cachoeira/Demóstenes/Delta.
A operação tem todas as características de retaliação pelas várias reportagens da revista das quais biografias de figuras estreladas do partido saíram manchadas, e de denúncias de esquemas de corrupção urdidos em Brasília por partidos da base aliada do governo.
É indisfarçável, ainda, a tentativa de atemorização da imprensa profissional como um todo, algo que esses mesmos setores radicais do PT têm tentado transformar em rotina nos últimos nove anos, sem sucesso, graças ao compromisso, antes do presidente Lula e agora da presidente Dilma Roussef, com a liberdade de expressão.
A manobra se baseia em fragmentos de grampos legais feitos pela Polícia Federal na investigação das atividades do bicheiro Carlinhos Cachoeira, pela qual se descobriu a verdadeira face do senador Demóstenes Torres, outrora bastião da moralidade, e, entre outros achados, ligações espúrias de Cachoeira com a construtora Delta.
As gravações registraram vários contatos entre o diretor da Sucursal de “Veja” em Brasília, Policarpo Jr, e Cachoeira. O bicheiro municiou a reportagem da revista com informações e material de vídeo/gravações sobre o baixo mundo da política, de que alguns políticos petistas e aliados fazem parte.
A constatação animou alas radicais do partido a dar o troco. O presidente petista, Rui Falcão, chegou a declarar formalmente que a CPI do Cachoeira iria “desmascarar o mensalão”.
Aos poucos, os tais blogs começaram a soltar notas sobre uma suposta conspiração de “Veja” com o bicheiro. E, no fim de semana, reportagens de TV e na mídia impressa chapas brancas, devidamente replicados na internet, compararam Roberto Civita, da Abril, editora da revista, a Rupert Murdoch, o australiano-americano sob cerrada pressão na Inglaterra, devido aos crimes cometidos pelo seu jornal “News of the World”, fechado pelo próprio Murdoch.
Comparar Civita a Murdoch é tosco exercício de má-fé, pois o jornal inglês invadiu, ele próprio, a privacidade alheia.
Quer-se produzir um escândalo de imprensa sobre um contato repórter-fonte. Cada organização jornalística tem códigos, em que as regras sobre este relacionamento - sem o qual não existe notícia - têm destaque, pela sua importância.
Como inexiste notícia passada de forma desinteressada, é preciso extremo cuidado principalmente no tratamento de informações vazadas por fontes no anonimato.
Até aqui, nenhuma das gravações divulgadas indica que o diretor de “Veja” estivesse a serviço do bicheiro, como afirmam os blogs, ou com ele trocasse favores espúrios. Ao contrário, numa das gravações, o bicheiro se irrita com o fato de municiar o jornalista com informações e dele nada receber em troca.
Estabelecem as Organizações Globo em um dos itens de seus Princípios Editoriais: “(…) é altamente recomendável que a relação com a fonte, por mais próxima que seja, não se transforme em relação de amizade. A lealdade do jornalista é com a notícia”.
E em busca da notícia o repórter não pode escolher fontes. Mas as informações que vêm delas devem ser analisadas e confirmadas, antes da publicação. E nada pode ser oferecido em troca, com a óbvia exceção do anonimato, quando necessário.
O próprio braço sindical do PT, durante a CPI de PC/Collor, abasteceu a imprensa com informações vazadas ilegalmente, a partir da quebra do sigilo bancário e fiscal de PC e outros.
O “Washington Post” só pôde elucidar a invasão de um escritório democrata no conjunto Watergate porque um alto funcionário do FBI, o “Garganta Profunda”, repassou a seus jornalistas, ilegalmente, informações sigilosas.
Só alguém de dentro do esquema do mensalão poderia denunciá-lo. Coube a Roberto Jefferson esta tarefa.
A questão é como processar as informações obtidas da fonte, a partir do interesse público que elas tenham. E não houve desmentidos das reportagens de “Veja” que irritaram alas do PT.
Ao contrário, a maior parte delas resultou em atitudes firmes da presidente Dilma Roussef, que demitiu ministros e funcionários, no que ficou conhecido no início do governo como uma faxina ética.
Assista abaixo o programa da Record do último domingo dando lição de moral à Veja.
Almodóvar Continua Bizarro, Maluco e Absolutamente Genial
A Pele que Habito é um filme completamente, digamos assim, "fora da casinha". Primeiro porque ninguém é normal, todos são malucos, sem exceções. E a história, um filme de terror sem sustos, emocionalmente violenta, se desenvolve naquela cenário tipicamente Almódovar -- não restam dúvidas, um dos grandes diretores da nossa época. O cara é peculiar, suas idéias são bizarras e atípicas. Todos seus filmes são assim. A pele é um Frankenstein moderno, a vingança do cientista que prende um homem numa pele de mulher. E essa mulher transgênica e eugênica é belissima, Elena Anaya, que encontra na yoga a paz do seu cárcere, até que um dia ela encontra a liberdade. São bons, muito bons, os clichês almodovarianos:
Recomendo com 5 estrelas.
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