Diversidade, Liberdade e Inclusão Social

Foto: Obama, Cameron e Helle Thorning-Schmidt


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Money talks and bullshit walks

Dilma e Obama na Casa Branca semana passada. Quando ela se encontra com  Obama ela sempre veste vermelho.




Do Blog português do nosso amigo Bom Sacana, copio e colo, este post sobre a visita da nossa presidentE aos EUA de Barack.


Muito interessante este artigo da The Economist, sobre a visita da presidente Brasileira aos Estados Unidos e sobre os pontos em agenda.

Dilma Rousseff, que nos seus bons velhos tempos de guerrilheira de extrema-esquerda chegou a assaltar bancos à mão armada (quem sabe o Zé Pequeno da "Cidade de Deus" se fosse vivo também pudesse ter sonhado com Brasília? mas vai daí quem somos nós para falar? ... o nosso último governante com gosto pelo alheio hoje em dia é estudante em Paris ...), é uma política hábil e sabe bem que uma coisa é a ideologia (útil dentro da política interna) outra coisa é o crescimento económico. Dilma sabe perfeitamente que em política internacional, muito mais do que a ideologia,Money talks and bullshit walks. E dentro desse ponto de vista qualquer líder nacional, especialmente no Continente Americano, sabe que boas relações com Washington é melhor do que o contrário. Barack por seu lado, como bom ocupante da Casa Branca, está sempre aberto a negócios fixes e um Brasil em franco crescimento económico é sempre um bom cartão de visita. É preciso não esquecer que ainda há pouco tempo o Presidente Lula, antecessor de Dilma, piscava o olho ao Chavez e ao Presidente do Irão, malta que de pró-Americana tem pouco.

Sendo certo que neste preciso momento os tempos, muito mais do que as ideologias, estão a mudar.

"Brazil has probably never mattered more to America 

than it does now. America has probably never 
mattered less to Brazil. (...) The previous president, Luiz Inácio Lula da Silva, was flexible enough to be “my man” to Barack Obama and “our brother” to Fidel Castro."

Um comentário:

Pulha Garcia disse...

Um abraço, Carlos.