Diversidade, Liberdade e Inclusão Social

Foto: Obama, Cameron e Helle Thorning-Schmidt


quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Ponto Para Yeda que Vai Vender Terreno da Fase (Ex Febem)



A foto acima é do terreno da FASE, ex Febem, localizado junto a orla do Guaíba, em área nobre de Porto Alegre. O governo Yeda quer vender o aludido imóvel. Vai fazer licitação. Os Blogs da Esquerda caduca gaúcha estão a criticar a atitude do governo tucano. Dizem eles, conformo copio do Blog Animot:

A que vem esse negócio nessa hora? É desconsiderar o interesse público vender um patrimônio desses às pressas, sem maiores esclarecimentos ou debates transparentes, profundos e multilaterais.

O governo do estado diz, pelo secretário Fernando Schiller, em entrevista realizada segunda-feira, que (1) a discussão sobre a descentralização da Fase (ex-Febem) tem ao menos 15 anos, e que é preciso fazer com que os menores fiquem mais próximos das suas famílias, muitas das quais são de cidades do interior do estado. Isso justificaria, segundo o governo Yeda, (2) a permuta do terreno da Fase em Porto Alegre por áreas públicas ou privadas em cidades do interior.
Mas não tal há justificação. Se o governo quer terrenos no interior do estado, isso não exige a venda de terreno na capital. São duas coisas muito diferentes, e não há necessidade alguma de vincular a aquisição de terrenos no interior à venda do terreno na capital.
Ou seja, a justificativa do governo Yeda para vender o terreno da Fase em Porto Alegre não cola.

Meu pitaco:

 Faz muito bem o governo Yeda vender esse terreno pela via da licitação, como fez recentemente com o da Corlac, na área norte da capital. Não existe motivo nenhum, a não ser o ranço do reacionarismo ideológico, para que Estado tenha um terreno deste tamanho em área nobre. O projeto ali a ser edificado, no entanto, deve respeitar o meio ambiente e fazer com que melhore a qualidade de vida das pessoas que habitam ali perto. O resto é puro preconceito de uma esquerda que não lê, não conhece a realidade de outros lugares socialmente desenvolvidos e não consegue raciocinar além do preconceito.

Auschwitz Continental




Esta foto é de ontem. Foi tirada no Quênia: passageiros viajam na parte de fora de um trem lotado em Nairobi, após o transporte público paralisar nas principais cidades do país. Motoristas de ônibus estão em greve há três dias contra supostas extorsões feitas pela polícia queniana. Milhares de pessoas caminharam durante horas para chegar ao trabalho, segundo o site Terra foto 24 horas..

A Africa parece ser um continente que não funciona. A regra é o caos ou como disse o Imre Kertész, escritor húngaro, ,prêmio nobel da Literatura de 2002: A Africa é um Auschwitz continental

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Anti-Petista Eu??????



André da Rocha me manda uma mensagem dizendo:


Maia, já que falas tanto em petismo e anti-petismo, que tal começares por ti e não seres mais tão anti-petista.

Juro que não me considero um anti-petista (é com hífen ou sem?).

Já falei aqui que aprovo o governo Lula. Sou daqueles que dão popularidade ao Lula.

Acho que o PT está arejando. O presidente do PT de Porto Alegre é Adeli Sell que é um cara que eu tiro o chapéu. Adeli foi a favor do projeto Pontal do Estaleiro que 1,8% da população rejeitou no plebiscito realizado pelo pífio e medroso Fogaça.

Eu não sou anti-petista, sou contra o radicalismo de setores do PT que torcem o nariz para qualquer movimento do capital e que têm força dentro do partido. Não gosto do PT de Olívio Dutra e de Raul Pont que consideram o empresário um ser  ganancioso. Olívio disse isso quando governador em reunião na Fiergs.  Não gosto da turma que aplaude esses caras e não sabem fazer mais nada, além da intolerância.

Não sou anti-petista, sou apenas um crítico exacerbado da intolerância de setores do PT que querem, por exemplo, fazer o controle social da mídia e são simpáticos a certas medidas do mundo bolivariano. Para esse pessoal eu exerço o meu direito sagrado de vaiar.

E o "Cara" Criou a Mulher


Do Angeli

Os nós de Lula


Lula e Sarkô, no último 7 de setembro, em Brasilia.




No dia 07 de setembro de 2009, o Sarkozy desembarcou em Brasília e assistiu ao desfile de comemoração da independência em companhia de Lula. Ali, naquele momento, eles teriam fechado um acordo para o Brasil comprar os caças franceses Rafale. Sarkô embarcou para Paris feliz da vida, crente de que o negócio estava fechado, porque Lula parece tinha dado um sinal positivo. Não estava. A FAB revelou ontem, segundo a Folha de hoje, que prefere os caças suecos Gripen NG. Lula -- que está de férias na Bahia --- tem muito nó para desatar com a área militar. Além disso, o "cara"  vai ter de desenredar a amarra arquitetada por Dilma e Tarso no projeto de revisão da Lei da Anistia.


Abaixo uma boa análise feita por Igor Gielow na Folha de hoje.




Processo de escolha está em risco

IGOR GIELOW
SECRETÁRIO DE REDAÇÃO
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA 

Com a inclinação da FAB pelo Gripen NG para reequipar sua frota de caças, Lula ganhou um belo nó para desatar em meio à crise decorrente da tentativa do governo federal de colocar militares no banco dos réus por conta de crimes ocorridos durante a ditadura.
Isso não significa que a escolha pró-Suécia tenha algo a ver com a iniciativa. A decisão é um processo de um ano inteiro. Mas o "timing" é explosivo, por colocar em rota de colisão frontal vontades civis e militares num momento de confronto.
Mas se Lula vai pagar a conta, a culpa é só dele. A sucessão de trapalhadas a partir do anúncio antecipado, sem ouvir a FAB, da vitória do Rafale durante a visita do francês Nicolas Sarkozy no 7 de Setembro passado colocou o governo numa sinuca de bico.
A cada declaração de Lula ou Nelson Jobim (Defesa) sobre a preferência pelo caro modelo da Dassault, ficava mais evidente o problema político caso a FAB decidisse optar tecnicamente pelo Gripen ou pelo F-18. Antecipando-se, Jobim pediu à FAB para evitar fazer um ranking dos aviões.
O governo tentou convencer o público de que tal pressão favoreceria uma redução no preço do Rafale, como numa negociação sindical. Mas não se baixa o preço de um caça significativamente, até porque ele não é construído pelos governos, e sim por empresas. E nisso, o custo, a Saab sueca sempre esteve à frente com um avião menor e monomotor.
Agora, o ônus de uma opção francesa será de Lula e Jobim. A alegação está pronta: o Rafale não foi descartado, tanto que foi finalista do processo, e sua escolha respeitaria a opção estratégica do Brasil pela França como parceira militar -referendada no acordo de 2009.
Mas será difícil para os militares engolirem. E até aqui fóruns como o Congresso e o TCU não foram devidamente acionados, e o serão sobre um negócio que pode passar dos R$ 10 bilhões. O fato de um Rafale custar o dobro de um Gripen, embora sejam aeronaves com características operacionais e de produção distintas, certamente chamará atenção.
A decisão, contudo, é soberana de Lula por tratar-se de assunto de segurança nacional. Jobim chegou a levantar eventuais questionamentos jurídicos na época do anúncio precipitado, mas ele na verdade se referia à hipótese de algum concorrente querer reapresentar sua proposta após a escolha final, algo especulado por um competidor da primeira disputa dos caças, o F-X.
Na prática, a escolha é final. Politicamente, contudo, ela pode ser revista no futuro, e o governo Lula acaba neste ano.
Todo esse cenário conflituoso lembra o que antecedeu o fim, por outro motivos, do F-X -adiado em 2002 por FHC e enterrado por Lula. Como naquela ocasião, a combinação fim de governo e diversas variáveis em choque favorece uma postergação. É tudo o que temem militares e concorrentes.

Festas no Aeroporto de Lisboa e na Estação de Liverpool

Vi no Blog do Pobre Pampa. Muito legal.





E esta a T Mobile fez na Estação de trens de Liverpool





segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Fala, George....




Dizem que o mega investidor George Soros é uma espécie de evil. Eu discordo de quem pensa assim. George Soros é um cara que respeito. Li dois livros dele e é um cabra preocupado com os rumos da economia mundial e da globalização. Ele nunca foge do debate. Abaixo uma bela análise, publicada na Folha de ontem, sobre a recente crise mundial e suas consequências. Recomendo. Apesar do ceticismo em relação ao futuro próximo, eu concordo com ele: mercado mundial precisa de regulação mundial.


Recuperação deve perder ritmo e o futuro será um duplo mergulho




GEORGE SOROS

ESPECIAL PARA O PROJECT SYNDICATE



Vivemos um momento no qual a gama de incertezas que a economia mundial enfrenta é incomumente ampla. Acabamos de passar pela pior crise financeira desde a Segunda Guerra Mundial. As únicas comparações relevantes são a bolha imobiliária do Japão, que estourou em 1991 (e da qual o país asiático não se recuperou), e a Grande Depressão, dos anos 1930 -exceto que a atual crise foi quantitativamente muito maior e diferente em termos qualitativos. 
Ao contrário da experiência japonesa, a atual crise envolveu o mundo inteiro, em lugar de ficar confinada a um único país. E, ao contrário da Grande Depressão, desta vez o sistema financeiro teve sua vida preservada por meios artificiais, em lugar de o seu colapso ter sido permitido. 
De fato, a magnitude do problema atual é ainda maior que a da Grande Depressão. Em 1929, o crédito total em circulação nos EUA equivalia a 160% do PIB (Produto Interno Bruto) e subiu para 250%, em 1932. Em 2008, começamos em 365% -e esse cálculo deixa de fora o uso generalizado de derivativos, que não existiam nos anos 1930. 
A despeito disso, os esforços artificiais de resgate funcionaram. Mal passado um ano da quebra do Lehman Brothers, os mercados financeiros se estabilizam, os mercados de ações se recuperaram e a economia demonstra sinais de retomada. As pessoas desejam retornar ao ritmo usual dos negócios e acreditar que o crash de 2008 tenha sido apenas um pesadelo. Infelizmente, a recuperação deve perder o pique e pode até ser seguida por uma segunda desaceleração econômica, embora eu não esteja seguro se esta ocorrerá neste ano ou em 2011. Minhas opiniões estão longe de únicas, mas contrariam o clima dominante. 
Quanto mais durar a recuperação, mais gente acreditará que ela se perpetuará. No entanto, em meu juízo, isso é característico de situações muito distantes do equilíbrio, nas quais as percepções tendem a se distanciar da realidade. 
Para complicar as coisas, essa disparidade de percepções funciona nos dois sentidos. A maioria das pessoas ainda não percebeu que a crise atual difere das anteriores e que chegamos ao final de uma era. Outros observadores, entre os quais me incluo, fracassaram em antecipar a dimensão da recuperação. 
Em termos gerais, as autoridades financeiras internacionais conduziram a crise da mesma maneira que conduziram episódios anteriores: resgataram as instituições em risco de quebra e aplicaram medidas de estímulo monetário e fiscal. Mas essa crise foi muito maior, e as técnicas usuais não funcionaram. O fracasso do resgate ao Lehman Brothers [primeiro banco a quebrar] foi um evento histórico: os mercados financeiros efetivamente deixaram de funcionar. Isso significa que os governos tinham de efetivamente garantir que nenhuma outra instituição, cujo colapso pudesse colocar o sistema em risco, enfrentasse risco de quebra. Foi então que a crise se espalhou à periferia da economia mundial, porque os países da periferia não eram capazes de oferecer garantias igualmente confiáveis. A Europa Oriental foi a principal vítima. Os países em posição central usaram os fortes balanços de seus bancos centrais para injetar dinheiro no sistema e garantir os passivos dos bancos comerciais, enquanto os governos se envolveram em gastos sustentados por deficit para estimular a economia, em escala sem precedentes. 
Mas a crescente crença de que o sistema financeiro conseguiu escapar ao colapso e que estamos retornando lentamente aos costumes usuais dos negócios é um sério erro de interpretação, no que tange à situação atual. Depois de quebrado, Humpty Dumpty [o personagem em forma de ovo da obra de Lewis Carroll, autor de "Alice no País das Maravilhas"] não pode ser remontado. 
A globalização dos mercados financeiros, que ocorreu desde os anos 80, permitiu que o capital financeiro se movesse livremente pelo mundo, tornando difícil sua tributação ou regulamentação. Isso colocou o capital financeiro em posição privilegiada: os governos precisavam prestar mais atenção aos requisitos do capital internacional do que às aspirações de seus povos. Os países encontraram dificuldades para resistir isoladamente a essa tendência. Mas o sistema financeiro mundial que emergiu do processo era fundamentalmente instável, porque construído sobre a falsa premissa de que é possível permitir que os mercados financeiros patrulhem a si mesmos. Foi essa a causa do colapso, e é por isso que não poderemos remontá-lo na forma que tinha. 
Mercados mundiais precisam de regulamentação mundial, mas a regulamentação em vigor tem por raiz o princípio da soberania nacional. Existem alguns acordos internacionais, como os Acordos de Basileia sobre capitalização de bancos, e a cooperação entre as autoridades regulatórias dos mercados é boa. Mas a fonte de autoridade é sempre o Estado soberano. Isso significa que não basta reiniciar um mecanismo que deixou de funcionar. Teremos de criar um mecanismo regulatório que nunca existiu. Na situação atual, o sistema financeiro de cada país está sendo sustentado e apoiado pelo governo desse país. Mas os governos têm suas próprias economias como preocupação primária. Isso resulta no chamado protecionismo financeiro, que ameaça perturbar e talvez destruir os mercados financeiros mundiais. As autoridades regulatórias britânicas jamais voltarão a confiar nas islandesas, e os países da Europa Oriental relutarão em continuar dependentes de bancos sob controle estrangeiro. 
Assim, a regulamentação precisa ganhar escopo internacional. De outra forma, os mercados financeiros serão destruídos pela arbitragem entre diferentes sistemas regulatórios. Empresas irão se transferir a países nos quais o clima regulatório é mais ameno, expondo outras nações a riscos que estas não podem correr. 
A globalização teve sucesso porque forçou os países a remover regulamentações, mas o processo não funciona em sentido reverso. Será difícil conseguir que os países concordem quanto a uma regulamentação uniforme. Países diferentes têm interesses diferentes, o que os propele a soluções diferentes. Isso pode ser visto na Europa, onde os membros da União Europeia não conseguem chegar a um acordo mútuo sobre um conjunto uniforme de regras financeiras. Como poderia o resto do mundo, então? 
Nos anos 30, o protecionismo comercial tornou uma situação que já era ruim ainda pior. Na economia globalizada atual, a ascensão do protecionismo financeiro constitui perigo ainda maior. 



"O sistema financeiro mundial que emergiu do processo [de globalização dos mercados financeiros] era fundamentalmente instável, porque construído sobre a falsa premissa de que é possível permitir que os mercados financeiros patrulhem a si mesmos. Foi essa a causa do colapso, e é por isso que não poderemos remontá-lo na forma que tinha"





GEORGE SOROS é presidente do conselho da Soros Fund Management e presidente do Open Society Institute. Seu mais recente livro é "The Crash of 2008".


Tradução de PAULO MIGLIACCI

As Vitrines





Vitrine de Serra

21 AMEs (Ambulatórios Médicos de Especialidades)

5 mil unidades habitacionais da CHDU, especialmente no litoral

5 mil títulos de propriedade

FATECS (Faculdades de Tecnologia), chegando a 52 unidades

Biblioteca São Paulo

Pacote de transportesmarginais
Obras da Nova Marginal Tietê

rodoanel
Trecho sul

Metrô
Novas estações Linha 4- Amarela e da Linha 2 - Verde 66Novos trens do metrô e da CPTM

Datafolha 37%


Vitrine de Dilma

178 escolas técnicas desse total:

51 ficaram prontas em 2009, mas serão inauguradas em 2010

203 obras do PAC desse total:

72 obras com previsão de conclusão até 2010

131 obras concluídas entre 2007 e 2009, mas ainda não inauguradas

OBRAS DO PAC
> Trecho Norte da Ferrovia Norte-Sul, entre Maranhão e Tocantins
> Duas usinas hidrelétricas, Dardanelos (MT) e Candiota 3 (RS)
> Linhas dos metrôs de Belo Horizonte e de Salvador
> Entrega dos primeiros navios
>Terminais hidroviários, portos, construção ou reformas de 21 usinas termelétricas 52 obras do PAC foi o total que Lula inaugurou de 2007 a 2009

Datafolha 23%



 Fonte: Folha de hoje.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Leituras Húngaras


Sándor Márai

Deitado na rede do descanso das férias leio "Libertação" do húngaro Sándor Márai. A Rússia Stalinista está  chegando a Budapeste para libertar (libertar?) a cidade dos nazistas alemães e dos fascistas húngaros. Por enquanto assim caminha a história -- que já tem um final definido.



Imre Kertész

Outro húngaro,  Imre Kertész, prêmio nobel da Literatura de 2002, no Livro "Um Outro, Crônicas de uma Metamorfose" disse duas frases interessantes:
A Africa é um Auschwitz continental  e sobre a diferença entre comunismo e fascismo ele assim define: o comunismo é uma utopia, o fascismo é uma prática -  o partido e o poder é quanto os reúne e faz do comunismo uma prática fascista."

E durmo na rede do descanso.

O que é importante e o que não é








E 2009 foi embora. Aqui em Torres-RS, a cidade foi tomada pela multidão de forasteiros que invadiu"nossa praia" para festejar. Assisti a tudo de camarote e binóculo. Queria me juntar ao povo, mas estava chovendo. Preferi ficar na sacada, assistindo.

2009 marcou o fim de uma década. Até hoje não sei como se chama essa primeira década. Só sei que ela foi importante para o Brasil, pois evoluímos, mas também retrocedemos.  Evoluímos porque encontramos, finalmente, uma linguagem de desenvolvimento. Conseguimos controlar a inflação, eliminamos certos preconceitos em relação ao capital que traz investimentos, gera emprego e paga impostos e começamos a controlar o déficit público, pois, afinal, quem paga essa conta somos nós. Muito embora, essas conquistas sejam meio difusas, não muito precisas (o atual governo gasta além da conta e vai gerar uma nova "herança maldita"), o caminho para o Brasil se desenvolver é exatamente esse.

O Brasil talvez tenha retrocedido na educação, esse item fundamental.  Dizem que atingimos a universalização, mas muito temos de fazer. O povo brasileiro, em geral, é mal educado,  tem baixo nível cultural e nada tem sido feito para reverter essa situação, muito pelo contrário, basta assistir certos programas da tv aberta e alguns discursos de nossas autoridades.

E neste primeiro dia de década, as notícias dos jornais já apontam o tema dos próximos debates e que tocam no nosso passado inglório. Vale a pena abrir as feridas já cicatrizadas pela borracha de uma lei da anistia que tem mais de 30 anos? Será que este Brasil de 190 milhões de habitantes está interessado nisso? Ou este assunto interessa apenas a uma pequena meia dúzia?

O Brasil tem de olhar para a frente, passar por cima dos ressentimentos e investir, tudo o que for necessário, no que efetivamente importa: educação, educação e educação, O resto é poeira da insignificância.